fui passear na cidade.
e comprar farinha de amêndoas pra fazer pão low carb.e conhecer a nova loja da china.
onde não passei em brancas nuvens.
comprei uns achadinhos deliciosos.
depois, bater papo sacana com custodio da joalheria ubirajara e lembrar de nosso tempo nas rádios.
como hoje a dieta permite carne, tracei um belo bife no mineirinho. acompanhado de um lauta salada de tomate, couve, cebola e alface tenra.
e uma seleta.
passei pra ver o movimento da praça sete.
cabos eleitorais aos montes.
barracas.
numa delas, o homem entregava santinho e garantia que a candidata era patriota, cristã e conservadora.
dei a volta pela tupinambás pra evitar contato.
na porta do cine brasil, encontro um líder do do psb, partidop que namorei mas não deu match.
nos abraçamos efusivamente.
falamos das coisas e loisas de uma eleição.
de repente, vem descendo o candidato a prefeito ex presidente da camara.
o líder, que tá na campanha dele já que paulo brant desistiu da campanha própria e foi ser vice do tal, o chama e diz: olha o tom paixão aqui, presidente!
ele nem olha.
estende uma mão mole e suada, como se a minha estivesse pustulenta.
devolvo com uns dedos molengas de cadáver.
conversando com uma mulher estava, conversando com a mulher continuou.
nem me viu.
não sei se senti um leve constrangimento no líder.
quanto a mim, nada senti.
eu o considero o supra sumo da bosta política, um pablo lamaçal comedor de pão de queijo.
nada dele me afetaria.
ou afetou.
ps: ele não tinha obrigação de me conhecer ou fazer salamaleque. mas, e se eu fosse um eleitor ou líder comunitário devoto dele?
já perdeu!
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