procurando pelo andré, encontro em santa tereza aquela linda mulher do passado.
tivemos um lance amoroso que pode ser definido como delícia em muitos sentidos.
estávamos na globo e record, respectivamente.
romance gostoso de filminho de sessão da tarde, com muita música bacana pra trilhar sonoramente a coisa.
folguedos deliciosos de cama e altos papos de travesseiros noite à dentro com cabernet barato e pão de queijo com mortadela de perue amendoim japones.
está ainda mais bonita, nos seus cabelos com fios brancos incipientes.
falo de minha nova paixão por senhoras.
cito gloria pires e kris jenner.
ela ri.
diz a frase que sempre gostei de ouvir: “mas gente, olha isso!
concluo que ela é melhor.
e está aqui, em minha frente, em minha cidade.
quatro quilômetros de minha casa, de minha cama.
uma fagulha percorreu nossos corpos.
a gente sabe, quando viveu algo junto muito intensamente.
vontade de abraça-la e arrancar sua roupa de ginástica lá mesmo em frente ao cersam.
depois, por zap ela disse da mesma vontade em relação à minha bermuda de moletom.
oh vida, oh azar!
nada.
nos limitamos ao soquinho e um pouco de papo pelo velhos tempos.
voltei pra casa como voltava dos bailinhos nas casas de família dantanho, depois de um sarrinho no portão ou atrás da casa.
se eu não estivesse de carro, estaria andando como aqueles cowboys do velhos faroeste de jô vaine, que era como meu amigo bino chamava john wayne.
caba logo, pandemia fedaputa dos infernos.
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