estou convencido que esse negócio de saudade tem mais a ver com quem a gente era, o quão éramos inocentes, do que com pessoas e lugares.
a gente sente saudade é da gente que a gente era.
embora eu desse um rim pra ver de novo ulisses, aldemario e carlinhos no alojamento da cbpo na ilha do governador, onde construíamos o aeroporto internacional e víamos o concorde branco que ia pro estrangeiro.

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